Vender, comprar ou alugar imóveis no atual cenário belo-horizontino
Os negócios imobiliários em Belo Horizonte estão aquecidos e em forte valorização, com crescimento acima da inflação.
A procura de imóveis novos e busca por segurança patrimonial, obras de infraestrutura e melhorias realizadas no centro da capital mineira, vem, dia a dia, tornando Belo Horizonte uma das cidades mais caras do Brasil para aquisição de imóveis. Bairros como Belvedere, Savassi e Santo Agostinho lideram os preços, com perspectivas positivas para 2026.
Crescimento e Valorização
O mercado fechou 2025 em alta, com valorização de mais de 12% nos imóveis residenciais, superando o IPCA. Mas atenção à oferta e taxas de juros. Com vendas aquecidas, registra-se no atual mercado imobiliário de BH, o aumento significativo, destacando que em alguns bairros registra-se alta de até 50% no valor do imóvel.
O preço do metro quadrado na capital mineira está em média, ultrapassando R$ 10 mil; podendo destacar como fatores impulsionadores: reformas e vitalização no Anel Rodoviário e a construção da Linha 2 do metrô aquecem a região central e adjacências.
Com as determinantes principalmente pelo atrativo da localização, as áreas centrais das cidades têm se tornado ainda mais valorizadas, o que provoca inevitavelmente que novas edificações que vão sendo construídas sejam a preços muito mais elevados do que em outras regiões. Além disso, respondendo às demandas de mercado essas moradias sejam de menores dimensões, porém mais funcionais do que tradicionalmente eram.
Destaca-se ainda que a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte investe na ocupação residencial em áreas próximas ao centro, com oferta de melhor infraestrutura e segurança pública, ressaltando que imóveis são vistos como, além de abrigo, ambientes de proteção e segurança, especialmente no atual cenário que a sociedade brasileira vive, de tempos de incertezas socioeconômicas e de insegurança, entre outras, de furtos e roubos residenciais.
Bairros considerados de alto valor
Belvedere, Savassi, Santo Agostinho, Lourdes, Funcionários, Gutierrez, Sion, Santa Lúcia, Serra e Buritis são apontados com alta no valor de imóveis, principalmente para compra e aluguel.
Perspectivas para este ano (2026) apontam para crescimento moderado. Entretanto, o cenário aponta positivo e aquecido, com alta demanda e baixa oferta de imóveis novos.
Para compradores e investidores, contar com especialistas, corretores locais é fundamental devido às particularidades de cada região, focando nas peculiaridades do mercado local, de cada bairro de Belo Horizonte.
Tendências do Mercado Imobiliário
Imóveis compactos e bem planejados são tendência, valorizando a praticidade, maior aproveitamento dos espaços e favoráveis quanto à mobilidade, fazendo com que esses sejam os mais procurados.
Para Ângelo Roberto, CEO corretor da SC Imóveis, cada vez mais o mercado imobiliário vem se adequando às novas tendências, principalmente no que se refere às dimensões dos imóveis localizados nas regiões centrais das cidades, como Belo Horizonte. O CEO da SC Imóveis explica:
“Determinado principalmente pelo atrativo da localização, as áreas centrais das cidades têm se tornado ainda mais valorizadas, o que provoca inevitavelmente mudanças que impactam diretamente também o padrão construtivo. As novas edificações que vão sendo construídas além de serem comercializadas a preços mais elevados do que em outras regiões, em sua maioria já são em menores dimensões, porém mais funcionais do que tradicionalmente eram no passado recente”.
Neste sentido, fica claro que, a receita ainda de um bom para excelente negócio, é pesquisar as vantagens oferecidas pelo mercado, as vantagens logísticas e a mobilidade urbana da região que se pretende morar, lembrando que, sempre há ofertas de “Feirão da Caixa” para quem deseja adquirir a casa própria, por meio do programa “Minha casa, minha vida ou até mesmo fora do Programa.

